Publicação cobra cumprimento integral da Lei do Piso, alerta para precarização e honra a geração que forjou o magistério na posse histórica de 1996
SINPROFE – O Sindicato dos Professores Municipais de Barreiras (SINPROFE) apresenta a quarta edição de sua revista institucional em um momento de intensa mobilização. A publicação reafirma o sindicato como uma trincheira de resistência, unindo a celebração afetiva dos 30 anos de dedicação dos aprovados no concurso de 1996 ao combate contundente contra o descaso atual. A edição foca na urgência de justiça para as professoras dos CMEIs, exigindo o cumprimento imediato da Lei do Piso e o respeito ao direito constitucional de 1/3 da jornada para planejamento, denunciando que a qualidade da educação infantil não pode ser refém do improviso e da sobrecarga docente.
A revista resgata o marco histórico de 2 de maio de 1996, quando a posse da primeira turma concursada – ocorrida no encerramento do primeiro mandato de Saulo Pedrosa – sepultou a era do apadrinhamento e forjou o alicerce de uma categoria que aprendeu a lutar por dignidade. Esse legado de resistência é evocado para as batalhas de 2026, como a reformulação do Plano de Carreira (PCCS) e a defesa contra o confisco de direitos dos aposentados, pauta que o SINPROFE levou até Brasília na Marcha da Classe Trabalhadora ao lado da CUT e CNTE.
O conteúdo traz ainda uma análise profunda do Professor Juarez Pinheiro sobre os desafios da “Escola de Tempo Integral”. O artigo alerta que a simples ampliação da jornada, sem o devido investimento em infraestrutura e valorização profissional, pode transformar as escolas em espaços de mero controle social e precarização estrutural. A revista também detalha a vitória da unidade sindical local, que garantiu um novo decreto para empréstimos consignados, protegendo o salário dos servidores contra a ganância de instituições financeiras.
Com o lema “nossa dignidade não aceita maquiagem”, a publicação convoca a categoria para permanecer em estado de alerta. A edição nº 04 funciona como um manual de mobilização para o Dia do Trabalhador, reafirmando que cada avanço no contracheque só se torna realidade quando há unidade e coragem para enfrentar as distorções funcionais que prejudicam o magistério há anos.
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